No Municipal de São Paulo, uma obra-prima e um complemento dispensável
“O Castelo do Barba-Azul” recebeu bela encenação e boa interpretação, enquanto a contemporânea “Eu, Vulcânica” revelou-se uma obra rebuscada e enfadonha.
“O Castelo do Barba-Azul” recebeu bela encenação e boa interpretação, enquanto a contemporânea “Eu, Vulcânica” revelou-se uma obra rebuscada e enfadonha.
Double bill “O Olhar de Judith” reúne as óperas “O Castelo do Barba Azul” e “Eu, Vulcânica” entre os dias 26 e 30 de julho.
Com proposta inovadora em sustentabilidade e foco na educação musical, grupo realiza o seu concerto inaugural no dia 26/06.
Concertos serão em 31/05 e 01/06. Antes, nos dias 25 e 26, o Coral Paulistano estreia obra de Jocy de Oliveira.
Em meio a um desempenho musical de altos e baixos, encenação de Jorge Takla não convence no TMSP.
Montagem de Jorge Takla e Ronaldo Zero, ambientada no mundo da alta costura, fica em cartaz entre 03 e 11 de maio.
Concertos acontecem nos dias 29 e 30 de março, com as solistas Marly Montoni e Carolina Faria.
Sob a sensível e cuidadosa direção cênica de Livia Sabag, Eiko Senda se transfigura em Cio-Cio-San.
Solistas estrangeiros recebem cachê generoso para cantarem abaixo das expectativas, e diretor musical foi reger em outro lugar em meio aos ensaios.
Montagem da ópera de Puccini, criada por Livia Sabag para o Teatro Colón, de Buenos Aires, estreia em 15 de março.