Análise – Programação lírica do TMRJ para 2025 denota falta de imaginação
Títulos menos inspirados que os da temporada anterior e problemas constantes na venda de ingressos marcam início do ano do Municipal do Rio.
Títulos menos inspirados que os da temporada anterior e problemas constantes na venda de ingressos marcam início do ano do Municipal do Rio.
O regente informou sobre a sua saída em suas redes sociais. E a prefeitura da cidade não se manifestou oficialmente.
Récita de reestreia da produção de 2023 teve também uma ótima atuação do Coro Lírico Municipal.
Um balanço da temporada lírica brasileira e a indicação dos melhores do ano.
Enquanto Gabriella Pace interpretava uma excelente Mimì, Giovanni Tristacci ofereceu uma grande récita substituindo tenor estrangeiro em cima da hora.
Com uma encenação divertida (apesar de certa sensação de déjà vu), “Le Comte Ory” é prejudicada pela regência nada rossiniana do espetáculo.
Sob a regência do maestro Miguel Campos Neto, os concertos serão realizados nos dias 14 e 15 de dezembro.
Com uma encenação bela, mas complexa, montagem da ópera de Dvořák se destacou pela qualidade dos cantores. OSTM foi o ponto fraco.
Próxima temporada de óperas do Municipal paulistano promete mais que a deste ano, apesar da indefinição de alguns solistas e da inflação das assinaturas.
Soprano exibiu uma bela voz, tenor mostrou evolução e consistência, e baixo-barítono se destacou pela visceralidade das suas interpretações.