Uma dobradinha bem heterogênea
No Theatro São Pedro-SP, um belo “Gianni Schicchi” divide atenções com uma “Turandot” (de Busoni) irregular
No Theatro São Pedro-SP, um belo “Gianni Schicchi” divide atenções com uma “Turandot” (de Busoni) irregular
“O Castelo do Barba-Azul” recebeu bela encenação e boa interpretação, enquanto a contemporânea “Eu, Vulcânica” revelou-se uma obra rebuscada e enfadonha.
Sopranos Ludmilla Bauerfeldt e Eiko Senda, tenor Enrique Bravo e encenação de Pablo Maritano são os principais destaques da produção.
Desde que Helder Barbalho assumiu o governo paraense, qualidade do evento vem caindo drasticamente, a ponto de se tornar irrelevante.
Baixo Ildar Abdrazakov é o principal nome da trupe que integra as “Russian Seasons”.
Com quatro cantores italianos, ótimo recital na Sala Cecília Meireles destacou a obra do compositor.
Sob a regência de Ricardo Rocha, o poema sinfônico “Ave Libertas” recebeu a melhor interpretação da noite
Em recital intimista, com clima de sarau, Gabriella Pace e Giovanni Tristacci protagonizaram o grande momento lírico do ano até aqui.
Em meio a um desempenho musical de altos e baixos, encenação de Jorge Takla não convence no TMSP.
Carolina Morel, Guilherme Moreira e Santiago Villalba ofereceram boa récita no dia 26/04. Bis dado pelo tenor, no entanto, não se justificou.