Marigona Qerkezi: uma Abigaille excelente
Soprano croata mostrou ser dona de uma voz altamente qualificada: na ópera, são os cantores e a música que apaixonam os seus aficionados.
Soprano croata mostrou ser dona de uma voz altamente qualificada: na ópera, são os cantores e a música que apaixonam os seus aficionados.
Soprano norte-americana decepciona em meio a uma encenação que parte de uma ótima ideia, mas está repleta de falhas.
Equipe de criação é o grande destaque do título de Puccini que conclui o “II Festival Oficina da Ópera”.
Óperas de João Guilherme Ripper e Giovanni Battista Pergolesi abriram o “II Festival Oficina da Ópera”.
No Theatro São Pedro-SP, um belo “Gianni Schicchi” divide atenções com uma “Turandot” (de Busoni) irregular
“O Castelo do Barba-Azul” recebeu bela encenação e boa interpretação, enquanto a contemporânea “Eu, Vulcânica” revelou-se uma obra rebuscada e enfadonha.
Sopranos Ludmilla Bauerfeldt e Eiko Senda, tenor Enrique Bravo e encenação de Pablo Maritano são os principais destaques da produção.
Desde que Helder Barbalho assumiu o governo paraense, qualidade do evento vem caindo drasticamente, a ponto de se tornar irrelevante.
Baixo Ildar Abdrazakov é o principal nome da trupe que integra as “Russian Seasons”.
Com quatro cantores italianos, ótimo recital na Sala Cecília Meireles destacou a obra do compositor.