“Le Villi” no TMRJ: bela encenação e vozes que não convencem
Equipe de criação é o grande destaque do título de Puccini que conclui o “II Festival Oficina da Ópera”.
Equipe de criação é o grande destaque do título de Puccini que conclui o “II Festival Oficina da Ópera”.
Óperas de João Guilherme Ripper e Giovanni Battista Pergolesi abriram o “II Festival Oficina da Ópera”.
“Iphigénie en Aulide” e “Iphigénie en Tauride” abriram a edição 2024 do “Festival d’Aix-en-Provence”.
Paulo Szot se destaca como Don Alfonso na “Così Fan Tutte” da Opéra de Paris.
Com “L’Olimpiade”, de VIvaldi, o Théâtre des Champs-Elysées entrou no clima dos Jogos Olímpicos.
Joyce DiDonato e Isabel Leonard se apresentaram em dias consecutivos na Sala São Paulo.
No Theatro São Pedro-SP, um belo “Gianni Schicchi” divide atenções com uma “Turandot” (de Busoni) irregular
A emocionante produção de “Suor Angelica” foi realizada pela Cia Ópera São Paulo.
“O Castelo do Barba-Azul” recebeu bela encenação e boa interpretação, enquanto a contemporânea “Eu, Vulcânica” revelou-se uma obra rebuscada e enfadonha.
Sopranos Ludmilla Bauerfeldt e Eiko Senda, tenor Enrique Bravo e encenação de Pablo Maritano são os principais destaques da produção.