“Il Trittico”: quando a luz no fim do túnel cega
Na Bayerische Staatsoper, a produção de Lotte de Beer salienta a unidade da obra de Puccini, destacando a morte como fio condutor.
Na Bayerische Staatsoper, a produção de Lotte de Beer salienta a unidade da obra de Puccini, destacando a morte como fio condutor.
Em Baden-Baden, Nina Stemme se despede do papel-título em uma produção que ressalta a tensão, o perigo iminente; em Dresden, certa rigidez domina o ambiente.
Sob a sensível e cuidadosa direção cênica de Livia Sabag, Eiko Senda se transfigura em Cio-Cio-San.
Solistas estrangeiros recebem cachê generoso para cantarem abaixo das expectativas, e diretor musical foi reger em outro lugar em meio aos ensaios.
A ópera de Vaughan Williams fica em cartaz até dia 10 de março.
Autor assistiu a “L’Italiana in Algeri” (Zurique), “Adriana Lecouvreur” (Paris), “Borís Godunóv” (Munique), “I Vespri Siciliani” (Viena) e “Rusalka” (Budapeste).
Entre boas iniciativas e outras nem tão boas assim, próxima temporada de óperas do Municipal paulistano é um enigma em termos qualitativos.
TMRJ encerra a sua temporada lírica 2023 com uma produção que uniu encenação impecável e canto do mais alto nível.
“Der Fliegende Holländer” (“O Navio Fantasma”), de Richard Wagner, encerra a temporada lírica 2023 do Theatro Municipal de São Paulo.
Obra-prima de Giuseppe Verdi triunfa no Theatro Municipal do Rio de Janeiro como a melhor montagem da casa pós-pandemia.