Direção musical frágil prejudica o belo “Fidelio” do Theatro São Pedro-SP
Encenação de William Pereira é o ponto alto da produção da ópera de Beethoven.
Encenação de William Pereira é o ponto alto da produção da ópera de Beethoven.
Produção do TMRJ para opereta de Lehár custa a engrenar com sua direção musical praticamente inexistente.
Com direção musical de Cláudio Cruz e direção cênica William Pereira, produção ficará em cartaz entre 18 e 27 de abril.
Artista brasileiro integra o elenco da ópera “Faust”, de Gounod.
Uma reflexão sobre a obra de Carlos Gomes e a encenação contemporânea de uma ópera de 150 anos.
Récita de reestreia da produção de 2023 teve também uma ótima atuação do Coro Lírico Municipal.
Enquanto Gabriella Pace interpretava uma excelente Mimì, Giovanni Tristacci ofereceu uma grande récita substituindo tenor estrangeiro em cima da hora.
Com uma encenação divertida (apesar de certa sensação de déjà vu), “Le Comte Ory” é prejudicada pela regência nada rossiniana do espetáculo.
Com uma encenação bela, mas complexa, montagem da ópera de Dvořák se destacou pela qualidade dos cantores. OSTM foi o ponto fraco.
Ópera de Dvořák estreou no TMRJ com bela produção de André Heller-Lopes e Ludmilla Bauerfeldt no papel-título.