No Municipal de São Paulo, uma obra-prima e um complemento dispensável
“O Castelo do Barba-Azul” recebeu bela encenação e boa interpretação, enquanto a contemporânea “Eu, Vulcânica” revelou-se uma obra rebuscada e enfadonha.
“O Castelo do Barba-Azul” recebeu bela encenação e boa interpretação, enquanto a contemporânea “Eu, Vulcânica” revelou-se uma obra rebuscada e enfadonha.
As vagas são para contrabaixo (1), clarineta (1), fagote (1) e trompa (1).
Sopranos Ludmilla Bauerfeldt e Eiko Senda, tenor Enrique Bravo e encenação de Pablo Maritano são os principais destaques da produção.
Em meio a um elenco de bom nível, a soprano Mariangela Sicilia (Liù) foi o grande destaque da noite.
Em “Songs and Fragments”, os desafios cênicos e musicais são levados ao limite, em um espetáculo digno de um importante festival.
Desde que Helder Barbalho assumiu o governo paraense, qualidade do evento vem caindo drasticamente, a ponto de se tornar irrelevante.
Artista está com câncer agressivo no cérebro, segundo comunicado emitido em suas redes sociais.
Danielle Crepaldi Carvalho escreve sobre o evento “Ópera Presente | Futuro: O Cantar Brasileiro”.
Danielle Crepaldi Carvalho relata a experiência de ter assistido aos ensaios da ópera “O Contractador dos Diamantes”, de Francisco Mignone.
Recital do baixo Ildar Abdrazakov na Sala Cecília Meireles deixou “gostinho de quero mais”.