No Municipal de São Paulo, uma obra-prima e um complemento dispensável
“O Castelo do Barba-Azul” recebeu bela encenação e boa interpretação, enquanto a contemporânea “Eu, Vulcânica” revelou-se uma obra rebuscada e enfadonha.
“O Castelo do Barba-Azul” recebeu bela encenação e boa interpretação, enquanto a contemporânea “Eu, Vulcânica” revelou-se uma obra rebuscada e enfadonha.
Double bill “O Olhar de Judith” reúne as óperas “O Castelo do Barba Azul” e “Eu, Vulcânica” entre os dias 26 e 30 de julho.
Ópera de Bartók, apresentada em forma de concerto na Sala São Paulo, foi um daqueles espetáculos que enriquecem quem pôde presenciá-lo.