Resumo da Ópera 2024
Um balanço da temporada lírica brasileira e a indicação dos melhores do ano.
Um balanço da temporada lírica brasileira e a indicação dos melhores do ano.
Com uma encenação bela, mas complexa, montagem da ópera de Dvořák se destacou pela qualidade dos cantores. OSTM foi o ponto fraco.
Ópera de Dvořák estreou no TMRJ com bela produção de André Heller-Lopes e Ludmilla Bauerfeldt no papel-título.
Produção ficará em cartaz entre os dias 14 e 24 de novembro, com regência de Luiz Fernando Malheiro e direção cênica de André Heller-Lopes.
“O Castelo do Barba-Azul” recebeu bela encenação e boa interpretação, enquanto a contemporânea “Eu, Vulcânica” revelou-se uma obra rebuscada e enfadonha.
Double bill “O Olhar de Judith” reúne as óperas “O Castelo do Barba Azul” e “Eu, Vulcânica” entre os dias 26 e 30 de julho.
Apresentações serão realizadas de forma intimista, com público e artistas no palco, nos dias 13, 27 e 28 de abril.
Apresentação no próximo sábado, 23/03, reúne Eudóxia de Barros, Denise de Freitas e Rodrigo Nagamori.
A obra foi apresentada em conjunto com Isolda/Tristão, de Clarice Assad, que também será analisada, em breve, por Danielle Carvalho.
Com A Raposinha Astuta, o Theatro São Pedro retoma, em grande nível, o projeto Janáček.