“Salvator Rosa” tem resultado morno no Municipal do Rio
Produzida conjuntamente pelo TMRJ e pelo FAO, em parceria com o Instituto Musica Brasilis, montagem de ópera de Carlos Gomes não chega a empolgar.
Produzida conjuntamente pelo TMRJ e pelo FAO, em parceria com o Instituto Musica Brasilis, montagem de ópera de Carlos Gomes não chega a empolgar.
Reunindo Coro, Ballet e Orquestra da casa, montagem homenageia os 190 anos de nascimento e os 130 anos de morte do compositor.
Soprano croata e Coro Lírico Municipal se destacam, enquanto dois vídeos desprovidos de significado dramático serviram de mote para disputa política oportunista em plena sala de espetáculos.
De 31 de outubro a 9 de novembro, obra será revisitada em montagem atemporal, explorando os limites da ambição, do poder e da tragédia humana.
Uma das obras mais importantes de Puccini será apresentada no dia 28/03 (para convidados) e também de 29 a 31/03 (para o público).
Récita de reestreia da produção de 2023 teve também uma ótima atuação do Coro Lírico Municipal.
Ópera de Carlos Gomes será reapresentada entre os dias 15 e 25 de fevereiro.
Soprano norte-americana decepciona em meio a uma encenação que parte de uma ótima ideia, mas está repleta de falhas.
Produção, que fica em cartaz entre 27/09 e 05/10, tem direção cênica de Christiane Jatahy.
Sopranos Ludmilla Bauerfeldt e Eiko Senda, tenor Enrique Bravo e encenação de Pablo Maritano são os principais destaques da produção.