Uma “Turandot” futurística e incompleta na Baviera
Produção contou com inconstância vocal, desencontros musicais e uma encenação futurística. Soprano se destaca no papel título.
Produção contou com inconstância vocal, desencontros musicais e uma encenação futurística. Soprano se destaca no papel título.
Boa interpretação musical é ofuscada por encenação carregada de excessos. Enquanto isso, no Theatro São Pedro, farsa de Rossini recebeu montagem limpa e divertida.
Com performances vocais irregulares e destaque positivo para a OSMG, encenação divertiu o público.
A ópera de Debussy volta ao La Scala com nova produção de Romeo Castellucci e direção musical de Maximine Pascal.
Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo (Oses) interpretou a desafiadora Sinfonia n° 6, de Mahler.
Elenco equilibrado se destaca em opereta de Offenbach no Theatro São Pedro, enquanto encenação de altos e baixos peca pelo excesso de bobagens.
João Marcos Copertino analisa a produção protagonizada por Lise Davidsen e Michael Spyres e reflete sobre o canto wagneriano.
Concepção criativa e inteligente de Bruno Fernandes de Mateus Dutra é o principal destaque da remontagem.
Soprano Carolina Morel foi o destaque positivo do concerto de abertura da temporada.
Tenor é o principal destaque da produção, que tem vozes equilibradas e derrapadas da orquestra.